RENASCIMENTO


É fácil entender como um indivíduo está numa de suas primeiras vidas, é pelo seu grau de sabedoria!
O fato de haver a obrigatoriedade da evolução, galgar uma a uma das doze vidas até obter a promoção à quarta dimensão acima, explica em grande parte o sentido da vida.
O fato de o indivíduo ser favorável ou desfavorável, acreditar ou não neste renascimento, não é relevante, mesmo porque isso é adverso nos ensinamentos religiosos (claramente, isto seria enfraquecer preceitos de doutrina).
Viver ao longo das doze passagens é um extenso e rigoroso aprendizado. Equivale exatamente à lapidação da alma, de sua mente própria o espírito. Observa-se entre povos indígenas um determinado padrão de procedimentos na convivência/incumbência, sempre respeitando prioritariamente aos fenômenos naturais, porém, a vida é robusta, primitiva. Ao tempo que, em países desenvolvidos culturalmente, o comportamento do povo se transforma, exaltando-se com relevância a sensatez, sempre dedicados ao conforto comum. 
As vinganças. Neste suceder de vidas, é justamente na convivência/incumbência que acumula-se os prós e os contras em relação aos outros. É o chamado "carma", precisamente o registro cármico. Quando bárbaros, somos capazes de invadir, violentar e destruir aos possíveis inimigos. Quando inimigos deles, seremos invadidos, violentados e destruídos. Para quem menos acredita, cito os piores homicídios da Terra, os praticados por parentes muito próximos. Qual tipo de rancor teria um Homem (pai) de uma memina de cinco anos, quando simulou sua morte por outro motivo, que não pelo ferimento causado por sua esposa (madrasta), jogando essa filha do sexto andar? Este que cumpre pena de trinta e dois anos, este mesmo o preso que jamais soube o quê e o porquê estava fazendo...
As dívidas. Um caso muito interessante, quando um médico que socorreu uma mulher com o corpo totalmente queimado, e, depois de dar-lhe alta com os ferimentos horrivelmente cicatrizados, procurou-a em casa e pediu-lhe casamento...
É alegria o saber do futuro, de quando estaremos nos andares de cima, onde não há mais sofrimento, onde há novos aprenderes, onde estaremos mais próximos da Glória Divina...


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