A saber,
Viver a vida é um eterno aprender lições e apreender a essência deste
viver.
A bem da verdade, é justamente a sabedoria que podemos levar após a
morte. Depois, numa outra missão (a explanar noutra postagem), esta sabedoria
não é diretamente acessível, ela se aloja na subconsciência e será alcançada em
momentos esporádicos.
Algumas pessoas reconhecem em outras como "alma velha". Isto,
a quem é um iniciado, serve num esplêndido elogio.
O melhor jeito de aprender é, quando se recebe um ensinamento,
simplesmente, lembrar-se de algo que já sabia. A lembrança sutilmente desliza
do subconsciente ao consciente de modo perfeito, sublime e perpétuo. Pelo
contrário, quando recebe-se algo totalmente paradoxo de nossa crença, haverá o
imediato bloqueio. Isto motivado pela linhagem perpendicular, algo como
"religião oposta". Calma, não que alguém seja dono da verdade,
fala-se aqui da mistura maléfica de coisas, tão maléfica que pode causar sérios
danos ao interessado.
É interessantíssimo esse detalhe. É a parte mais complexa do raciocínio
humano. A bem da verdade, é o funcionamento do arquétipo e a sua extrema
importância. T. Lobsang Rampa, em sua vasta obra, adverte com veemência sobre
esse perigo, jamais mude ou misture uma linhagem escolhida ou já aprofundada,
tanto em religião como em filosofia.
Estudaremos o "arquétipo" noutro artigo.
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